O Antigo Testamento

A Bíblia reúne uma coleção de 66 Documentos Divinamente Inspirados e divididos entre dois Testamentos. Neles, o Altíssimo revela não apenas Sua Mente, ou seja, Seus Pensamentos, mas também Seu caráter, Seu propósito e Seus preciosos atributos. Cada pessoa se torna o destinatário desta Mensagem, que mostra de forma clara o caminho da Salvação e o destino dos justos e dos ímpios na eternidade.

O agrupamento da Obra em duas partes representa as duas “Alianças” ou “Consertos” entre o Senhor e o homem. O Antigo Testamento narra o princípio de tudo, isto é, a origem do universo e da vida. Além disso, conta a história da formação da nação de Israel, seu desenvolvimento, sua ascenção e seu fracasso associados à fidelidade aos Mandamentos Sagrados. Neste Pacto, foi prometida a vinda do Messias. Isso significa que do povo judeu nasceria o Senhor Jesus, a “Oferta” do Soberano Deus para salvar a humanidade.

Já o Novo Testamento narra a vida, a Obra, a morte expiatória e a ressurreição do Filho de Deus. Além dos valiosos Ensinamentos do Salvador, temos o registro das doutrinas, das revelações dadas aos apóstolos e da fundação da Igreja Primitiva.

Isso mostra que a Palavra de Deus é “Cristocêntrica”, isto é, o Senhor Jesus é o Alfa e o Ômega das Escrituras, o Princípio e o Fim delas. Além disso, é preciso ressaltar que o padrão Divino para o relacionamento espiritual entre o ser humano e Deus se repete tanto no Antigo Testamento quanto no Novo Testamento. Em outras palavras, Sua reivindicação de obediência se segue de Gênesis a Apocalipse. Portanto, nas duas Alianças, o Senhor espera que o ser humano se submeta às Suas Instruções, abandone o pecado e ande com perseverança colocando a fé genuína nEle e em Sua Palavra.

Referência: Bíblia Sagrada.